Mas ao ouvir esta música, não pude deixar de recordar que foi ele quem me ensinou este refrão.
Coisas boas que não se apagam, e músicas que se tornam indissociáveis de pessoas.
24/03/2013
03/03/2013
Apontamentos breves de uma manifestação
- Pacifismo e civismo (as migalhas destabilizadoras resumiram-se à sua insignificância);
- Semblantes carregados/cansados;
- Jovens: muito poucos. Aqueles que deveriam ser a esmagadora maioria não estavam. Os que têm o futuro hipotecado e adiado não estavam. Julgava, pelos vistos erradamente, que eram sobretudo estes que mais sentiam as maleitas da crise na pele. Não são. Uma vez mais são os pais. Os que já passaram por isto e, melhor do que nós, saberão disto da experiência de vida. Fica o desconsolo de ver que, novamente, os pais é que defendem a pele dos filhos, desta geração inanimada, mal habituada.
(resumidamente, a noção/consciência da dureza do que atravessamos, do que estaremos para atravessar e, eventualmente, alguma vontade controlável de chorar... Mas isto sou eu que ando muito sensível. Não me via neste preparo, a sério que não)
26/02/2013
18/02/2013
Well, well, well
08/02/2013
5 meses volvidos...
... está sol e um frio cortante, que puxa ao aconchego dos casacos quentes (que, diga-se, me agradam bastante).
Chegada a casa à hora de almoço (que estava pronto), deparei-me com uma casa praticamente limpa e, portanto, pude antever um início de fim-de-semana bem mais agradável do que imaginava.
Mais logo, programa modesto, para, pelo menos, fugir da rotina (e após 4 meses de tentativas em vão).
Portanto sim, o balanço é positivo. :)
29/01/2013
E pronto, é isto
08/01/2013
Ano(s) novo(s)
E depois há aqueles dias que têm tudo para ser de cão, e começam com uma boa notícia.
Agora, ao cubo! :)
Agora, ao cubo! :)
31/12/2012
Cenas do ano que vem
Os horóscopos e os oráculos e essas cenas dizem que vou ter um ano do camandro.*
Votos de um bom 2013, cheio de saudinha e o resto.
*Can't wait to see.
Votos de um bom 2013, cheio de saudinha e o resto.
*Can't wait to see.
28/12/2012
Coisas que não me saem da cabeça #1
Anos sem me lembrar disto, e não me sai da cabeça vai para 2 dias.
22/12/2012
21/12/2012
15/12/2012
11/12/2012
Coisas que, volta e meia, vejo por aí #3
Source: Uploaded by user via Gina on Pinterest
Depois de um Sábado de comemorações, da longevidade do matrimónio, um Domingo caseiro, com direito a presépio à antiga, com mãos geladas do musgo tenro, figuras de barro desaparecidas e caminhos construídos com areia fina. Nostalgia carregada da simplicidade do que nos faz, efectivamente, felizes.
08/12/2012
07/12/2012
Depurativo #7 ou "como solucionar a crise"
É simples: baixa-se preços. Nem que para isso se pague para trabalhar.
Consequências?! Não há.
Ninguém vai perder dinheiro, ninguém vai atingir qualquer ponto de rotura e ninguém vai descredibilizar o seu trabalho bem suado.
Eu disse. Era simples.
(Agora com licença, vou ali destilar para outro lado qualquer. Por aqui, missão cumprida.)
Consequências?! Não há.
Ninguém vai perder dinheiro, ninguém vai atingir qualquer ponto de rotura e ninguém vai descredibilizar o seu trabalho bem suado.
Eu disse. Era simples.
(Agora com licença, vou ali destilar para outro lado qualquer. Por aqui, missão cumprida.)
04/12/2012
01/12/2012
Depurativo #6
Há gente que vale coiso.
Que tem dias que não me incomoda, noutros causa-me urticária.
Eu falho, como as pessoas normais. Mas tenho consciência que isso acontece e tenho, ou pelo menos tento, noção do impacto dos meus actos/palavras nas pessoas que me dizem alguma coisa. E às vezes lá calha e peço desculpa. Se não peço, tento redimir-me de alguma forma.
Ora, pronto... Há coisas que me continuam a fazer espécie, não há volta a dar.
Mas hei-de manter-me fiel aos ensinamentos maternos e "o desprezo será sempre a melhor arma".
E a bem dizer, o que interessa mesmo é que é fim-de-semana, e há que fazê-lo render. :)
30/11/2012
27/11/2012
Sinal dos tempos
E depois dos primeiros brancos, que já são muitos, chegou a hora de dar espaço ao primeiro anti-rugas*.
E já só faltam 3 para os 30.
*Coisa leve, anti-oxidante, que são algumas, mas nem tanto.
E já só faltam 3 para os 30.
*Coisa leve, anti-oxidante, que são algumas, mas nem tanto.
26/11/2012
13
Há precisamente 13 anos partiu um dos pilares da família.
Hoje nasceu uma folhinha nova.
Hoje é um dia bom.
Benvinda, Madalena. :)
(E assim se transforma um dia triste, no prolongamento do fim-de-semana, e às lembranças do avô que partiu, num dia bom, próspero)
Hoje nasceu uma folhinha nova.
Hoje é um dia bom.
Benvinda, Madalena. :)
(E assim se transforma um dia triste, no prolongamento do fim-de-semana, e às lembranças do avô que partiu, num dia bom, próspero)
23/11/2012
Os dias
Há dias em que, inexplicavelmente, se acorda com uma valente boa disposição, que julgamos que se prolongará por mais uns quantos. Julgamos, porque as más notícias encarregam-se de a levar.
E hoje... bem, hoje é um dia feio. Daqueles que queremos ter poucas ou nenhumas vezes nas nossas vidas.
Daqueles em que gostaríamos de absorver as angústias alheias mas sabemos que isso não é possível. Em que queríamos que tudo passasse depressa, mas não passa. O tempo será o único a encarregar-se de levar a dor daqueles que gostamos.
Vai passar... Há-de passar.
07/11/2012
31/10/2012
Eu diria que sim. Sei bem do que fala Leididi.
"O casamento segundo uma casada de fresco
Assim de repente não há diferença nenhuma em estar casada ou viver em pecado, amantizados, amancebados, amigados e o que mais houver no léxico. Pelo menos para nós os dois. A única coisa que me lembra que entrei para esse clube é quando vejo a aliança na minha e na mão dele. Ainda me custa a acreditar que o fiz, que disse sim, que assinei um papel (na verdade já não se assina coisa nenhuma), que pus uma aliança no dedo. Eu que quase todos os dias me sinto como uma miúda e que nada tenho a ver com a imagem de mulheres casadas que fui construindo à medida que crescia. Das senhoras vestidas de forma discreta, com filhos pela mão, cujo cabelo vai clareando cada vez mais, no início são só nuances louras mas depois é o cabelo todo, os anéis que usam são de senhora, assim como os sapatos e as malas e caralho. É tudo compostinho e têm todas mais de 40 anos mesmo que não tenham. Olho para elas e fico aborrecida, entediada, faço o sinal da cruz e fujo a passos largos. A mim é que não me apanham porque eu faço o que eu quero e durmo com quem eu quero parafraseando aquela banda de merda que dá pelo nome de Miúda. Mas agora sou casada, não tenho 40 anos, nem mesmo quando os tiver, não clareei o cabelo, não uso sapatos de senhora, os meus anéis são grandes e de prata, os meus brincos são coloridos e faço o que eu quero e durmo com quem eu quero: o meu marido. Ma-ri-do. A mudança deu-se lá fora. Fora desta bolha Actimel quentinha que mais parece um cobertor (e é tão bom chegar a casa e é tão bom quando ele chega a casa). Parece-me que as pessoas me começaram a ver com outros olhos. Puseram os óculos do respeito que só se tem com as mulheres casadas, uma coisa que ficou do século XIX, e de repente eu sou uma pessoa crescida e como deve ser. Como se de repente eu fosse mais capaz, de maior confiança, para ser levada a sério. E dá-me vontade de rir. Esta sociedade é tão absurda e as pessoas tão cheias de merdas e preconceitos que nem sei. Estar casada só é melhor do que viver junto porque tivemos uma festa incrível e todos os que gostamos à nossa volta tão felizes como nós. E porque recebemos prendas e viajámos. De resto, a maravilha é a mesma."
30/10/2012
10/10/2012
09/10/2012
Mundo ao contrário
O regresso à rotina tem-se revelado mais uma espécie de colisão frontal violenta com a realidade.
1 - Do muito de bom que se retirou do evento que permitiu que estivéssemos rodeados de todos aqueles que nos são mais próximos (poucos foram os que infelizmente não conseguiram), sobrou uma réstia de azedo. Azedo provocado pela desilusão daqueles que tínhamos para nós como amigos. Pelas ausências injustificadas por desculpas esfarrapadas, pelas presenças dos que, ao contrário do que seria de esperar, não partilharam da felicidade do dia. Ferir ou provocar um amigo não é conivente com honestidade (nem tão pouco soa bem na mesma frase que "amigo"). Desses guardo o ensinamento (porque começa a ser repetitivo o engano), e a esperança que a vida lhes traga um pouco de felicidade.*
2 - A conjuntura gera desorientação. Os bons vão, os maus ficam. Não compreendo a lógica. Corrói o sentido de justiça que, aos poucos, vou reconhecendo como escasso.
3 - A ganância de querer mais, as embirrações pessoais, a insegurança (que mais tarde ou mais cedo acaba por ameaçar as migalhas que juntamos com sacrifício, neste caso, na primeira viatura por nós adquirida).
E deixa-me, tudo isto, com um sentimento profundo de tristeza.
Não é, de todo, justo... Não é.
*Nunca é demais dizer que todos os que estiveram, ajudaram, ou, de alguma forma, nos transmitiram genuína felicidade, eliminam grandemente tudo o resto.
08/10/2012
02/10/2012
Depurativo #5
Ahhhhhh, como eu odeio gente coiso!
Queres lá ver que agora tenho que dar satisfações da minha vida...
Ao que parece, a renda a tempo e horas não é suficiente: Austeridade de arrendatário.
É a crise*, pois claro!
Queres lá ver que agora tenho que dar satisfações da minha vida...
Ao que parece, a renda a tempo e horas não é suficiente: Austeridade de arrendatário.
É a crise*, pois claro!
*Que até na boa educação e na postura se poupa...
01/10/2012
26/09/2012
In The Mood #20
[Gentilmente cedido pela chuva]
P.S. Imagens dO dia virão num futuro próximo e desconhecido. Por agora, vive-se na tentativa (contra-vontade) de recuperar a rotina.
P.S. Imagens dO dia virão num futuro próximo e desconhecido. Por agora, vive-se na tentativa (contra-vontade) de recuperar a rotina.
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