01/06/2012
22/05/2012
O sol, e isso
(ou "ultimamente é demasiado evidente o modo como a meteorologia tem influência no meu humor")

E na correria dos últimos tempos, tem sido difícil tirar proveito do melhor dos dias:
Agora é contrariar a tendência, pegar no lado bom, chutar para trás o que não interessa, e seguir com a vida.
E na correria dos últimos tempos, tem sido difícil tirar proveito do melhor dos dias:
- O retomar de contactos;
- As aquisições recentes;
- As ideias na prática (e ainda falta tanta coisa);
- O ajeitar de pensamentos.
Agora é contrariar a tendência, pegar no lado bom, chutar para trás o que não interessa, e seguir com a vida.
18/05/2012
16/05/2012
O Conforto
O conforto dos amigos que acarinham, a espectativa da data.
Mais um dia dos bons, com os de cá e os de longe.
Está quase, e vai ser muito bom. :)
Mais um dia dos bons, com os de cá e os de longe.
Está quase, e vai ser muito bom. :)
08/05/2012
Ai...
... que me dói a garganta.
Em 2 anos de isenção de gripes/constipações, algum dia havia de ser...
Em 2 anos de isenção de gripes/constipações, algum dia havia de ser...
02/05/2012
O Convite
Se há os que não mostram a surpresa, ou revelam um toque de indiferença, outros há que nos fazem doer o peito pela impossibilidade da distância.
(É que mesmo longe, eles estão lá.)
(É que mesmo longe, eles estão lá.)
24/04/2012
20/04/2012
17/04/2012
Não se metam com os meus
... que dão-se-me ganas de recorrer à violência.
Sobretudo quando o oportunismo, a desonestidade e a falta de humildade são mais do que evidentes.
Ai, rapariga, se me apareces à frente...
Sobretudo quando o oportunismo, a desonestidade e a falta de humildade são mais do que evidentes.
Ai, rapariga, se me apareces à frente...
16/04/2012
Coisas das músicas #1
Música mais do que muito boa, mas que me traz sempre a ideia de morte. Morte serena, entenda-se.
Ideias.
(Vá, e também traz à memória aquele filme que toda a gente sabe)
Ideias.
(Vá, e também traz à memória aquele filme que toda a gente sabe)
12/04/2012
05/04/2012
As pessoas #4
Depois há aquelas pessoas que conseguem colocar o seu ar mais cínico, sorriem, e quando viramos costas somos alvo do seu amável desdém.
Eu cá não tenho estômago para isto: gosto de gente verdadeira*.
*Mas que chateia, chateia.
Eu cá não tenho estômago para isto: gosto de gente verdadeira*.
*Mas que chateia, chateia.
04/04/2012
Breves apontamentos acerca dos últimos dias
- Quem quer perder um cliente é ligar-lhe com o intuito de discutir com ele;
- Parecendo que não, dormir faz falta. Se for um sono tranquilo, melhor ainda;
- A aguardar pelos 4 dias de pausa tranquilos (ou não);
- O povo, as queixas, os impostos, a crise, a chuva e cenas.
E com um brain overload me despeço, que não devo passar por aqui nos próximos dias.
03/04/2012
Coisas que não se dizem para não ferir susceptibilidades...*
"A expressão: Carpe Diem.
Eu percebo a intenção, a alegria de viver o momento e não pensar no depois. A procrastinação do tempo e o viver no imediato.
Só que, o que fazer? Eu associo invariavelmente a algum azeite e baixo QI a malta a quem perguntam: então, qual é a frase da tua vida?
E respondem: carpe diem.
Parece que decoraram todas as entrevistas a famosos da Ragazza de 1992 e portanto ainda acham, em 2012, que é muita cool e muita bacano e que são automaticamente pessoas muito interessantes.
Causa-me mais ou menos o mesmo frisson que aquela malta fixe que mete wax no cabelo enquanto cantam à voltinha da fogueira o Kumbaya my lord, sempre de olho na prancha de surf, desporto que, aliás, não praticam, mas acham cool. E bacano. Porque é buéda jovem, tão a ver?"
Por Rosa Cueca.
*...porque até se conhece uma ou outra pessoa que recorre com alguma frequência a esta expressão, mas com as quais se concorda inteiramente.
P.S. O Karma, esse flagelo, encarregou-se de que alguém me enviasse um e-mail com esta sábia expressão, durante a última hora (não, não é ninguém que siga este blogue).
P.S. O Karma, esse flagelo, encarregou-se de que alguém me enviasse um e-mail com esta sábia expressão, durante a última hora (não, não é ninguém que siga este blogue).
21/03/2012
Os blogues
Não tenho por hábito falar nas vidas blogosféricas que admiro e acompanho com alguma regularidade (justa excepção feita a eventos Quadripolares).
Não posso, no entanto, deixar de ficar satisfeita quando um dos blogues que acompanho há mais tempo teve esta projecção.
Um talento da objectiva e da escrita e uma belíssima campanha do município de Lisboa.
19/03/2012
Dias
Sabes que o dia até nem foi mau quando chegas ao fim e ainda te consegues rir até às lágrimas*.
*Sobretudo quando são quase 20:00 e ainda estás no trabalho.
*Sobretudo quando são quase 20:00 e ainda estás no trabalho.
16/03/2012
Hello!? (Uma espécie de resumo semanal)
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(Está aí alguém?)
Por aqui está. Não parece, mas está.
A vidinha vai correndo, obrigada.
É Sexta-Feira, e tal, o ritmo cardíaco já está a baixar.
A chuva, essa ainda não deu sinal.
Quanto às energias, têm estado canalizadas para outras coisas.
As tristezas têm levado um chuto, que isto na vida é tudo muito relativo.
Mais do que um cliché, é a pura das verdades: Haja saúde. O resto são trocos.
09/03/2012
O que temos de bom #1
Intriga-me o anonimato dos bons artistas deste país.
É esta a qualidade que devia ser divulgada, o que devia ser ouvido nas nossas rádios.
E ontem... ontem foi ainda melhor do que isto!
É esta a qualidade que devia ser divulgada, o que devia ser ouvido nas nossas rádios.
E ontem... ontem foi ainda melhor do que isto!
08/03/2012
06/03/2012
O que se escreve por aí #1
"Corro muitos riscos por querer ter negócios por conta própria, aposto que se me espetar contra a parede ninguém aparece para me dar uma palmadinha nas costas e soltar um "que bem que fizeste em torrar o teu dinheiro e horas da tua vida de forma tão engraçada". Podia também já estar casado um par de vezes, não duvido que uma relação estável tenha os seus encantos. Ou podia ver televisão horas a fio, se não preferisse canalizar o meu tempo para assuntos diversos (li o "As travessuras da menina má" do nosso amigo Mario Vargas-Llosa em apenas 6 dias, na semana passada ... que saudades de ler um livro tão bom que nos prenda como uma droga). Podia até não ter saído à noite no Sábado, mamado aquilo que se convencionou chamar de "uma biolência" e depois no Domingo ter feito 3 horas de bicicleta até Alfama. Somos a nossa verdade, as escolhas que fazemos. A minha avó (sendo absolutamente certo que a vóvó é a "número um") costumava dizer, antes da demência nos separar para sempre, que cada um tem que gostar de si próprio antes dos outros gostarem nós. O que significa que nada ou ninguém nos vais defender tão bem como nós próprios. Esperar que os outros, mesmo os que nos querem bem, façam algo por nós, a começar por decidir, é perder o controlo do ser, do existir. A última mulher que amei tinha mais 10 anos que eu ... cabe na cabeça dos outros? who cares, era o que eu queria e era o que ela queria.
Se queres ser chef na cozinha, sê-lo. Se queres ter uma galeria de arte, força. Se queres emigrar, estuda a melhor maneira de o fazer e toma decisões concretas nesse sentido. Sexo de outra forma? Ir ao teatro na 6ª? Poupar o dinheiro para dias melhores? Mudar de penteado? Mandares para as urtigas aquela pessoa que há muito tempo só faz merda? Nunca é tarde. Experimenta dimensões de ti sem medo. Não gostas? não comas. Os outros acham mal? Pois, mas és tu que mandas, és tu que respondes, és tu que sabes o que é estar lá. Assume. Faz o que tiveres a fazer com amor, com espírito e com entrega. Vais perder, vais ganhar. O que os outros acham que é cool varia ao longo da vida e não releva. Não era o que querias? Recomeça. Como aquelas linhas maravilhosas do nosso amigo Torga (já antes citadas neste blog manhoso):
Pulha Garcia em O Bom Sacana
No fundo, aquilo a que nos resumimos.
Se queres ser chef na cozinha, sê-lo. Se queres ter uma galeria de arte, força. Se queres emigrar, estuda a melhor maneira de o fazer e toma decisões concretas nesse sentido. Sexo de outra forma? Ir ao teatro na 6ª? Poupar o dinheiro para dias melhores? Mudar de penteado? Mandares para as urtigas aquela pessoa que há muito tempo só faz merda? Nunca é tarde. Experimenta dimensões de ti sem medo. Não gostas? não comas. Os outros acham mal? Pois, mas és tu que mandas, és tu que respondes, és tu que sabes o que é estar lá. Assume. Faz o que tiveres a fazer com amor, com espírito e com entrega. Vais perder, vais ganhar. O que os outros acham que é cool varia ao longo da vida e não releva. Não era o que querias? Recomeça. Como aquelas linhas maravilhosas do nosso amigo Torga (já antes citadas neste blog manhoso):
Recomeça…
Se puderes,
Sem angústia e sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro,
Dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.
Se puderes,
Sem angústia e sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro,
Dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.
E, nunca saciado,
Vai colhendo
Ilusões sucessivas no pomar
E vendo
Acordado,
O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças.
Miguel Torga, Diário XIII"Vai colhendo
Ilusões sucessivas no pomar
E vendo
Acordado,
O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças.
Pulha Garcia em O Bom Sacana
No fundo, aquilo a que nos resumimos.
27/02/2012
20/02/2012
Coisas importantes (ou não) da semana #22
#1 - O convívio com os amigos - As figuras menos bonitas que se fazem por eles (gosto taaaanto do Carnaval...) e a comemoração de vitórias pessoais. Bons ritmos.
#2 - A capital - No lugar do costume, onde se resolve, se procura e se encontra. Sol a lembrar a primavera, propício a passeios na Baixa e em Belém. Como sempre, sabe a pouco.
#3 - Fim de fim-de-semana - O culminar do descanso, com as tarefas de quem quer começar a semana em ordem.
No fundo, as "tretas" do costume, que nos movem, preenchem e (mesmo sem sabermos) nos fazem felizes.
P.S. Os tópicos acima mencionados são apresentados sem ordem lógica e razão aparente.
P.S. Os tópicos acima mencionados são apresentados sem ordem lógica e razão aparente.
15/02/2012
14/02/2012
13/02/2012
As pessoas #3
- Por um lado, há aqueles que conhecemos, achámos a certa altura que já não conhecíamos, mas afinal até parece que sim. Depois há os outros que, quanto mais conhecemos, menos queríamos ter conhecido.
- Há também os que, por infantilidade ou fraqueza de espírito, quando estão mal com "a", ficam bem com "b", vão alternando por dias, função da direcção do vento, e nunca, jamais, estarão bem com "a" e "b" em simultâneo. Depois há os que estão bem com "a" e com "b" e, eventualmente, moderarão alguma questão mais delicada, sem nunca questionar a amizade de cada um deles.
- Temos ainda os que, estando o próximo (chamemos-lhe assim), por qualquer motivo, bem com qualquer coisa na vida, nunca o merecerá (o bem) e certamente que nunca ficarão agradadas com o bem estar alheio (do próximo, vá). Depois há os que ficam felizes com as vitórias dos amigos.
- Há ainda os que vão, vêm, e vão e vêm, só porque sim (ou por falta de frontalidade, quem sabe). Depois há os que, mesmo estando longe, sabemos que estão e estarão sempre perto.
E colocando as coisas neste prisma, parece-me muito claro quais aqueles a quem devo chamar amigos. Prefiro esses.
09/02/2012
Quem pensa assim não é gago #14
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"Nós, os portugueses, queixamo-nos. A minha avó queixava-se do reumático e dos vizinhos, do frio e do calor, do preço do pão de mistura e, aos domingos de manhã, inapelavelmente, do meu avô. Queixamo-nos da vida, dos políticos, do país quando vivemos cá, do estrangeiro quando para lá emigramos, dos ladrões quando roubam, da polícia quando policia, das multas por excesso de velocidade a que os outros milagrosamente sempre escapam. A queixa faz parte de nós. Somos de um servilismo complicado, resmungão, mal-encarado, cheio de úlceras e de violências murmuradas. Gostamos de manifestações suaves e de protestos débeis porque temos sempre as queixas, as lamentações, as pieguices. O que temos mais é pena. Temos tanta pena! Não sabemos o que é a verdadeira compaixão. Temos muita pena. Quando alguém se queixa da saúde e lhe dizemos que tem de ir ao médico, percebemos tudo: o estado não é suficientemente grave para ir ao médico, é apenas suficientemente real para gerar a queixa. O português compraz-se na queixa. A queixa não agrava, alivia. É auto-medicação espiritual. Uma mezinha caseira para alívio das dores da alma. O primeiro-ministro pode tirar-nos o Carnaval e os feriados, as férias e os subsídios, mas não pode querer que deixemos de nos queixar. Em primeiro lugar, porque temos motivos para isso. Em segundo, porque não precisamos de motivos, embora sempre os tenhamos tido. Nunca precisámos e sempre os tivemos. A queixa é uma oração secular. A queixa está para a revolta como a pieguice está para a verdadeira compaixão, como o desabafo está para o verdadeiro pensamento filosófico. É o substituto à medida do nosso saldo existencial. Acredito que possa ser desesperante ouvir todos os dias queixas de empresários, de trabalhadores, de professores, de artistas, de alunos e de sindicalistas. Olhe, sr. primeiro-ministro, faça como nós, queixe-se!"
Bruno Vieira Amaral em A Douta Ignorância
08/02/2012
02/02/2012
Coisas importantes (ou não) da semana #21
Num resumo quase quinzenal, de um tempo que tem voado, destaca-se:
Por hoje vai chegando. O tempo urge, e há que aproveitá-lo.
P.S. Os tópicos acima mencionados são apresentados sem ordem lógica e razão aparente.
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| http://www.jfd19deabril.com/ |
- A resolução de questões do passado, que pareciam não ter fim. Com ela, uma série de novos objectivos, novas ocupações e tempo dedicado àqueles que marcaram a nossa vida, e que, apesar de estarem longe, ou de nos terem deixado há muito, o merecem.
- A cada vez menor preocupação com os que se dizem amigos quando, na verdade, passam a vida ensimesmados, alheados da nossa vida, desinteressados em fazer parte dela. Depois estranham que nada saibam, que os amigos talvez não o sejam, porque até nem dão contas do que andam a fazer. Acredito, cada vez mais, que a estima é a base de uma boa amizade e que o "como estás?" sincero é cada vez mais subestimado.
P.S. Os tópicos acima mencionados são apresentados sem ordem lógica e razão aparente.
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