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12/08/2013

Estado em que se encontra este blog *



* E respectiva autora. Nada como uma boa revisão bibliográfica para animar a malta.

20/06/2013

...

Coisas que dificilmente se explica porque mexem connosco:
James Gandolfini morreu de ataque cardíaco aos 51 anos. Foi só o protagonista de uma das melhores séries de sempre. Grande actor, grande personalidade e grande perda.


24/05/2013

Ui...

O tempo tem voado ou é de mim?

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(é que o ano ainda mal começou... não?!)

09/04/2013

Quem pensa assim não é gago #15

Ora e eis que não acrescentaria muito ao que se diz aqui.
Afinal ainda há esperança. Não é assim tão expressiva a "carneirada".

"Miguel Gonçalves? É isto:




A única coisa que esse gajo sabe fazer é gritar em palestras e aproveitar-se da ingenuidade e do desespero das pessoas. Trabalhar que é bom, nada. Era preciso vir alguém perguntar-lhe: filhinho, cadês a tua produção? A tua contribuição? Resultados? Ao invés, é contratado pelo Estado para gritar aos ouvidos das pessoas e mandá-las trabalhar. E, na boa, é como diz o Ricardo, eu também não quero um emprego a sério, sabe deus o que isso quer dizer, mas o que não dá é pra ter a cara de pau de andar a gritar na cara das pessoas que têm que bater não sei o quê, como se ele fizesse mais do que simplesmente ter ataques histéricos em cima de um palco. 'Tá certíssimo o Ricardo. Fora que também me vão descompensando muito o nervo esses seres superiores que, por tudo e por nada, gritam aos quatro ventos que trabalham. São os mesmos que apoiam e louvam os Miguéis Gonçalves da vida e eu cá tenho muito medinho dessa gente... Já para não falar na estupidez do argumento do mercado. Não sei se já se deram conta, mas essa esquizofrenia da ditadura do mercado levou-nos onde nos levou, com os brilhantes resultados que se vêem por esse mundo afora, EUA incluídos. Enquanto não se convencerem de que nem todos damos pra empreendedores, que é uma palavra que me começa a irritar muito, para chefes de vendas, para CEOs, para qualquer que seja a profissão do momento que dá dinheiro e é cool, tem de ter um nome em estrangeiro, não vamos a lado nenhum. Isso só gera uma frustração sem tamanho, mesmo a quem consegue chegar a esses cargos. E quem diz isso, diz: nem toda a gente almeja ir ao jantar de Natal da empresa, aochurrasco do freitas da contabilidade, ao chá de bebé da secretária do chefe, muito menos vestir um tailleur, uns saltos altos, e pavonear-se e ser uma filha da puta para os empregados, porque assim é que se chega a algum lado. É gente que depois vende os Ferraris e vai pra Chapada dos Viadeiros ver os OVNIs, se o coração aguentar até lá, se não morrer de remorsos, se não se matar entretanto. É como diz o Einstein, ou a frase que lhe atribuiram na net: se julgares um peixe pela sua capacidade de subir a uma árvore ele vai achar a vida toda que é estúpido. Somos diferentes, queremos coisas diferentes, temos necessidades diferentes, como tal, temos, necessariamente, de fazer coisas diferentes uns dos outros. É simples assim. E bem podem os Miguel Gonçalves e os Arrumadinhos da vida virem gritar-me aos ouvidos que eu não vou longe, o que eu não aguento, mesmo, é não dormir descansadinha e, lamentavelmente, os padrões morais que herdei dos meus paizinhos não me permitem andar aí a vender banha da cobra a quem nem sequer a quer, muito menos precisa dela. "

Isa em Eça é que é essa

03/03/2013

Apontamentos breves de uma manifestação

- Pacifismo e civismo (as migalhas destabilizadoras resumiram-se à sua insignificância);
- Semblantes carregados/cansados;
- Jovens: muito poucos. Aqueles que deveriam ser a esmagadora maioria não estavam. Os que têm o futuro hipotecado e adiado não estavam. Julgava, pelos vistos erradamente, que eram sobretudo estes que mais sentiam as maleitas da crise na pele. Não são. Uma vez mais são os pais. Os que já passaram por isto e, melhor do que nós, saberão disto da experiência de vida. Fica o desconsolo de ver que, novamente, os pais é que defendem a pele dos filhos, desta geração inanimada, mal habituada.


(resumidamente, a noção/consciência da dureza do que atravessamos, do que estaremos para atravessar e, eventualmente, alguma vontade controlável de chorar... Mas isto sou eu que ando muito sensível. Não me via neste preparo, a sério que não)

26/02/2013

...

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Dia fusco.
Para já, a digestão de más notícias e a perspectiva de um futuro pouco confortável e incerto.
Os tempos que se adivinham serão de reinventar*.


E a propósito disto: vida - 1, previsões parvas - 0


*Não sei muito bem o quê, mas alguma coisa me ocorrerá.

18/02/2013

Well, well, well

Ar Condicionado ligado a 24 ºC;
Encasacamento polar fechado até às orelhas.
Nariz entupido.
Espirros.
Sensação de frio, apesar da companhia do chá quente.
Conta perdida aos lenços de papel.




Nada como começar bem a semana.

08/01/2013

Ano(s) novo(s)

E depois há aqueles dias que têm tudo para ser de cão, e começam com uma boa notícia.

Agora, ao cubo! :)

31/12/2012

Cenas do ano que vem

Os horóscopos e os oráculos e essas cenas dizem que vou ter um ano do camandro.*


Votos de um bom 2013, cheio de saudinha e o resto.


*Can't wait to see.

07/12/2012

Depurativo #7 ou "como solucionar a crise"

É simples: baixa-se preços. Nem que para isso se pague para trabalhar.
Consequências?! Não há.
Ninguém vai perder dinheiro, ninguém vai atingir qualquer ponto de rotura e ninguém vai descredibilizar o seu trabalho bem suado.

Eu disse. Era simples.



(Agora com licença, vou ali destilar para outro lado qualquer. Por aqui, missão cumprida.)

01/12/2012

Depurativo #6

Há gente que vale coiso.
Que tem dias que não me incomoda, noutros causa-me urticária.
Eu falho, como as pessoas normais. Mas tenho consciência que isso acontece e tenho, ou pelo menos tento, noção do impacto dos meus actos/palavras nas pessoas que me dizem alguma coisa. E às vezes lá calha e peço desculpa. Se não peço, tento redimir-me de alguma forma.
Ora, pronto... Há coisas que me continuam a fazer espécie, não há volta a dar.
Mas hei-de manter-me fiel aos ensinamentos maternos e "o desprezo será sempre a melhor arma".

E a bem dizer, o que interessa mesmo é que é fim-de-semana, e há que fazê-lo render. :)

26/11/2012

13

Há precisamente 13 anos partiu um dos pilares da família.
Hoje nasceu uma folhinha nova.
Hoje é um dia bom.

Source: etsy.com via Debbie on Pinterest


Benvinda, Madalena. :)

(E assim se transforma um dia triste, no prolongamento do fim-de-semana, e às lembranças do avô que partiu, num dia bom, próspero)

23/11/2012

Os dias

Há dias em que, inexplicavelmente, se acorda com uma valente boa disposição, que julgamos que se prolongará por mais uns quantos. Julgamos, porque as más notícias encarregam-se de a levar.
E hoje... bem, hoje é um dia feio. Daqueles que queremos ter poucas ou nenhumas vezes nas nossas vidas.
Daqueles em que gostaríamos de absorver as angústias alheias mas sabemos que isso não é possível. Em que queríamos que tudo passasse depressa, mas não passa. O tempo será o único a encarregar-se de levar a dor daqueles que gostamos.

Vai passar... Há-de passar.

09/10/2012

Mundo ao contrário

O regresso à rotina tem-se revelado mais uma espécie de colisão frontal violenta com a realidade. 

1 - Do muito de bom que se retirou do evento que permitiu que estivéssemos rodeados de todos aqueles que nos são mais próximos (poucos foram os que infelizmente não conseguiram), sobrou uma réstia de azedo. Azedo provocado pela desilusão daqueles que tínhamos para nós como amigos. Pelas ausências injustificadas por desculpas esfarrapadas, pelas presenças dos que, ao contrário do que seria de esperar, não partilharam da felicidade do dia. Ferir ou provocar um amigo não é conivente com honestidade (nem tão pouco soa bem na mesma frase que "amigo"). Desses guardo o ensinamento (porque começa a ser repetitivo o engano), e a esperança que a vida lhes traga um pouco de felicidade.*

2 - A conjuntura gera desorientação. Os bons vão, os maus ficam. Não compreendo a lógica. Corrói o sentido de justiça que, aos poucos, vou reconhecendo como escasso. 

3 - A ganância de querer mais, as embirrações pessoais, a insegurança (que mais tarde ou mais cedo acaba por ameaçar as migalhas que juntamos com sacrifício, neste caso, na primeira viatura por nós adquirida).

E deixa-me, tudo isto, com um sentimento profundo de tristeza. 
Não é, de todo, justo... Não é.


*Nunca é demais dizer que todos os que estiveram, ajudaram, ou, de alguma forma, nos transmitiram genuína felicidade, eliminam grandemente tudo o resto.

08/10/2012